Alunos da Escola Estadual Acácio Felício Sobral, no bairro de Canudos, em Belém, participaram, na manhã desta terça-feira, 13, de uma programação diferente, através de atividades lúdicas do projeto “Eu vou envelhecer. E você?”, desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), através da Gerência de Proteção ao Idoso (GPI).

 

 

A ação tem o objetivo de conscientizar alunos do 4º e 5º anos do ensino fundamental sobre os direitos dos idosos, durante encontros com temáticas voltadas para a pessoa idosa. Para o professor José Augusto da Silva, diretor da escola, é de grande importância trabalhar essa temática com palestras voltadas para o público escolar. “Ainda existe todo um processo de preconceito e discriminação com os idosos e é preciso ensinar as nossas crianças desde cedo a compreender esse processo de envelhecimento”, comenta.

 

As professoras do período da manhã trabalharam a temática com os alunos e organizaram coral, teatro, cartazes e depoimentos. As ações do projeto visam conscientizar crianças em idade escolar, sobre a importância de valorizar e respeitar o idoso.

 

 

Para Lucas Silva Santos, 10, aluno do 5º ano, os encontros foram de aprendizado. “É muito importante tudo o que a gente aprendeu durantes as palestras. Hoje eu falei sobre o que nós aprendemos e agradeci por tudo o que foi ensinado nesses quatro dias. A partir de agora eu vou tratar as pessoas idosas com respeito, carinho e tudo o que tiver de bom no mundo”, disse a o menino.

 

 

“Foi de grande relevância esse momento. Rapidamente percebemos a forma como as crianças passaram a tratar os idosos”,  destaca Elizete de Oliveira, professora do 5º ano.

 

 

No último dia de encontro na escola a secretaria é convidada a participar das atividades elaboradas por alunos e professores. Raimundo Farias de Oliveira Junior, sociólogo da Diretoria de Cidadania e Direitos Humanos da Sejudh, pontuou a importância do evento nas escolas. “Trabalhar a questão do envelhecimento com o público infantil é de suma importância, porque a gente percebe que as crianças devem ser inicializadas nesse processo de assimilação e do respeito ao idoso”, complementou.

 

 


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